Sol
3 semanas
Praia?
Depois da chuva.
Palavras
20.4.10
9.4.10
Apatia vs Sol
E quando as palavras te faltam
E tudo parece pouco sincero
Ou tudo está mal
E tens tudo para estar bem
Onde um jardim cheio de sol e mal bastaria
Para me encher de novo de alegria
A Primavera começou
Tenho de ir para a rua
Arrancar os casacos pesados da pele
Deixar o sol beijar-me as faces
Usar óculos de sol que me protejam
e me deixem aproveitar
a minha época preferida
Não me privem
Que já sou escrava do trabalho
Dos horários dos transportes
e dos horários das refeições
Lass uns die Sonne geniessen
Die Stadt besser kennen lernen,
Wie ich damals gemacht habe
5.4.10
Trocavas uma amiga pelo teu sossego?
Ando a dar voltas à cabeça e ao estômago com os recentes acontecimentos.
Todas as pedras da calçada sabem que gosto de sossego. Detesto confusões e por vezes a sinceridade que emano quebra algumas sensibilidades.
Também sou uma pessoa acessível, comunicativa e, a menos que o meu instinto diga para não o fazer, sou receptiva a novos contactos e amizades.
Mas quando me cheira a problemas, tenho tendência a afastar-me. Porque muitos deles não têm resolução possível, as pessoas são como são e não mudam.
O mundo ainda é grande o suficiente para evitar esses contactos com cauda de confusão, que onde quer que batam, partem tudo.
Não nego sentir empatia com certas pessoas assim, mas o esforço... Não sei se compensa, manter contactos amistosos com um espectro com uma sombra negra. Mesmo sem culpa directa disso.
E depois há aqueles que só merecem o meu desprezo, fazendo-me já clara aqui, para que não alimentem falsas esperanças de reconciliação.
Mas adiante, certos acontecimentos recentes vêm fomentar a minha posição: não presta, fica de fora. E todos estão incluídos nesta categoria: assim que começa a cheirar mal a valer, não há volta a dar.
Lembro-me de alguns nomes, femininos e masculinos, que apesar de saber que são insignificantes, têm pelos menos o prémio do meu desprezo.
1.4.10
27.3.10
"Soldier's Poem"*

Throw it all away
Let's lose ourselves
'Cause there's no one left for us to blame
It's a shame we're all dying
And do you think you deserve your freedom
How could you send us so far away from home
When you know damn well that this is wrong
I would still lay down my life for you
And do you think you deserve your freedom
No I don't think you do
There's no justice in the world
There's no justice in the world
And there never was
Let's lose ourselves
'Cause there's no one left for us to blame
It's a shame we're all dying
And do you think you deserve your freedom
How could you send us so far away from home
When you know damn well that this is wrong
I would still lay down my life for you
And do you think you deserve your freedom
No I don't think you do
There's no justice in the world
There's no justice in the world
And there never was
*Muse
21.3.10
Sunny day II
Que café mais saboroso
Ao sol matinal de Domingo!
Vocês são mesmo fantásticas.
Desde as noites em que o meu Opel Astra ia cheio até ao MDN,
voltava ainda mais cheio.
Até o Choriço ia.
As risadas, as cusquices entre nós, pouco sobre outras pessoas,
mas claro que os chatos eram sempre criticados.
Os que tinham pancada ou que se atiravam de cabeça,
e nós nem interessadas estávamos, ahahah.
Agora temos vidas diferentes, menos maquilhagem, já não vivemos perto.
Mas a sinceridade continua ali, foi saboroso... Matar saudades!
Essas são as belas amizades... Por mais tempo que passe, nada se apaga.
Assim, quando há vontade, não há horas, não há dias. Apenas nós.
Adoro-vos
@Grao de Areia
Ao sol matinal de Domingo!
Vocês são mesmo fantásticas.
Desde as noites em que o meu Opel Astra ia cheio até ao MDN,
voltava ainda mais cheio.
Até o Choriço ia.
As risadas, as cusquices entre nós, pouco sobre outras pessoas,
mas claro que os chatos eram sempre criticados.

Os que tinham pancada ou que se atiravam de cabeça,
e nós nem interessadas estávamos, ahahah.
Agora temos vidas diferentes, menos maquilhagem, já não vivemos perto.
Mas a sinceridade continua ali, foi saboroso... Matar saudades!
Essas são as belas amizades... Por mais tempo que passe, nada se apaga.
Assim, quando há vontade, não há horas, não há dias. Apenas nós.
Adoro-vos
@Grao de Areia
20.3.10
14.3.10
First sunny day in months
Chegou o sol.
Vesti uma camisola apenas (yeah!), mas levei um casaco, fui apanhar sol!
Pôr a conversa em dia, ver a calçada Lisboeta seca e a brilhar.
A chuva pintou de verde vivo os poucos espaços, que deveriam ser sempre verdes, existentes em Lisboa.
Andei ao sol, feliz e contente de sentir-me mais viva.
Sem ser o Casa ou ALT+Insert ou home ou end e ponto.
Andar sem carregar um guarda-chuva que só guarda a cabeça e os ombros da água.
É Março e a Primavera anuncia a sua chegada.
Anuncia roupas leves e passeio de bicicleta.
Corridas agradáveis para activar a circulação.
E anuncia a chegada de muita inspiração.
Porque passei o Inverno a fazer Input, agora quero fazer Output.
Do que li, aprendi e do que esqueci que existia à minha volta.
haja tempo.
Vesti uma camisola apenas (yeah!), mas levei um casaco, fui apanhar sol!
Pôr a conversa em dia, ver a calçada Lisboeta seca e a brilhar.
A chuva pintou de verde vivo os poucos espaços, que deveriam ser sempre verdes, existentes em Lisboa.
Andei ao sol, feliz e contente de sentir-me mais viva.
Sem ser o Casa ou ALT+Insert ou home ou end e ponto.

Andar sem carregar um guarda-chuva que só guarda a cabeça e os ombros da água.
É Março e a Primavera anuncia a sua chegada.
Anuncia roupas leves e passeio de bicicleta.
Corridas agradáveis para activar a circulação.
E anuncia a chegada de muita inspiração.
Porque passei o Inverno a fazer Input, agora quero fazer Output.
Do que li, aprendi e do que esqueci que existia à minha volta.
haja tempo.
17.2.10
Sururu
E quando ando sururu?
E quando estou com a neura?
Só se nota em casa. Raramente me vêem assim na rua, no trabalho, no café, num bar ou num museu.
Fico sururu com a monotonia.
Quando quero escrever e nada me ocorre.
Quando a leitura não me prende.
Quando a novidade é inexistente.
Quando o tempo está horroroso que não dá para passear, ou secar roupa.
Quando tenho de gastar muito dinheiro sem dar para o IRS.
Ou... Quando tenho coisas a tratar na Segurança Social.
Basicamente.
Amuo comigo própria e depois passa. Até é simples de aturar.
I guess...
E quando estou com a neura?
Só se nota em casa. Raramente me vêem assim na rua, no trabalho, no café, num bar ou num museu.
Fico sururu com a monotonia.
Quando quero escrever e nada me ocorre.
Quando a leitura não me prende.
Quando a novidade é inexistente.
Quando o tempo está horroroso que não dá para passear, ou secar roupa.
Quando tenho de gastar muito dinheiro sem dar para o IRS.
Ou... Quando tenho coisas a tratar na Segurança Social.
Basicamente.
Amuo comigo própria e depois passa. Até é simples de aturar.
I guess...
15.2.10
Descansa em paz.
O meu dia tinha sido maravilhoso.
Preparativos de casamento, vestido lindo e barato.
Sorrisos.
E visitei o Santuário de Fátima na qualidade de adulta. Em criança o fascínio é maior por sermos pequenos.
E à noite vejo um acidente.
Sem que ninguém pudesse evitar, morreu um jovem rapaz, 27 anos, pai de dois filhos.
Sem saber que aquele vulto encoberto por um lençol branco, eu chorei.
Chorei pela estupidez do acidente, pela morte cruel trazida pela velocidade. Não sabia quem era. Mas chorei.
E voltei a chorar ao saber a sua identidade.
Jovem tímido, de sorriso irónico, mas bom rapaz.
Pai estremoso, atleta e bom marido.
Foi uma semana difícil. Chorava por tudo e por nada, andava nervosa com aquela imagem do corpo pelo chão. E eu era quase desconhecida dele.
Este acidente e triste ventura teve um efeito negro sobre a aldeia. Todos tristes, chocados e incrédulos.
Uma esposa jovem viúva e mãe.
Não imagino o que possa sentir, mas deve ser horrível não sentir mais a presença do seu cônjuge, uma separação sem adeus.
A vida é uma dádiva que a muitos é tirada cedo.
Outros vivem-na sem senti-la decentemente.
Ou vivem para a tirar a outros.
Não entendo tais posturas.
Mas esta sou eu.
Durona numas coisas, mas quando se trata de humanidade... Fico de rastos.
Preparativos de casamento, vestido lindo e barato.
Sorrisos.
E visitei o Santuário de Fátima na qualidade de adulta. Em criança o fascínio é maior por sermos pequenos.
E à noite vejo um acidente.
Sem que ninguém pudesse evitar, morreu um jovem rapaz, 27 anos, pai de dois filhos.
Sem saber que aquele vulto encoberto por um lençol branco, eu chorei.
Chorei pela estupidez do acidente, pela morte cruel trazida pela velocidade. Não sabia quem era. Mas chorei.
E voltei a chorar ao saber a sua identidade.
Jovem tímido, de sorriso irónico, mas bom rapaz.
Pai estremoso, atleta e bom marido.
Foi uma semana difícil. Chorava por tudo e por nada, andava nervosa com aquela imagem do corpo pelo chão. E eu era quase desconhecida dele.
Este acidente e triste ventura teve um efeito negro sobre a aldeia. Todos tristes, chocados e incrédulos.
Uma esposa jovem viúva e mãe.
Não imagino o que possa sentir, mas deve ser horrível não sentir mais a presença do seu cônjuge, uma separação sem adeus.
A vida é uma dádiva que a muitos é tirada cedo.
Outros vivem-na sem senti-la decentemente.
Ou vivem para a tirar a outros.
Não entendo tais posturas.
Mas esta sou eu.
Durona numas coisas, mas quando se trata de humanidade... Fico de rastos.
Subscribe to:
Posts (Atom)

