13.3.11

A ir

Não tenho foto que o prove, mas provei comida egípcia (ou será egícia??) no Pirâmide, sito da Rua Passos Manuel n.°116 A, recém-aberto. Das 11h à 1h!

A sala de refeições é simplesmente linda. Senti-me bem, como em casa, apesar de sermos o único casal lá a jantar. É que este local ainda é desconhecido para muita gente. Por valer a pena, venho aqui convidar-vos a comer uma pita, se tiverem com desejos de kebabs :) Fumar shisha, etc.

Ou para grupos, também têm dança do ventre.

Vou começar a frequentar... perto de casa e aberto até a esta hora... mm bom para noites mais prolongadas.


4.11.10

Blogue recomendado

Venho aqui só citar um blogue que tenho lido quando posso:

http://www.poupaeganha.com/

Cheio de dicas para poupar, reciclar e até ganhar dinheiro! Talvez me dedique a algo do género nos fins de semana. Depois de fazer tudo o que me proponho sempre a fazer.
Esta vida é uma correria, mas é uma feliz correria.

Aproveitem!

9.7.10

Invasion

Com o meu medo de falta de privacidade,
com receio que o meu IP seja detectado a cada passo que dou.

Este sou eu, o Homem com medo, medo do excesso de informação fútil e desagradável,
que presentemente disponibilizo ao entrar na conta desta senhora, só para lhe ler os rascunhos.
Mais não sei fazer, pouco sei destes bichos eléctricos e sensíveis ao toque, que são os computadores.
Vejo comentários que nunca foram aceites. Não os entendo, são anónimos e descabidos. Mas a não revelação por parte da autora do blogue deve ter um motivo forte. E os autores dos comentários que aqui vêm escrever e não são aceites... como explicaria isto, menina?
Ou melhor? qual o propósito destes posts?

Cala bem essas mãos, faz o teu papel de interlocutora solitária.

Desaparece do mundo informático, não te ligues à virtualidade.
Grita com os teus verdadeiros pulmões as tuas reflexões...
Não tens inspiração.

20.6.10

Adeus de longe/perto ao Saramago


Tive tempo, mais uma vez, e oportunidade de prestar a minha última, sendo também primeira, homenagem à ilustre figura da literatura portuguesa, o Saramago.
Bastava umas estações de metro ou uma subida ao Alto de S. João.

Mas não fui. Vi pela televisão. Recusei-me a ir, pelo simples facto de ter havido lágrimas. Uma pessoa que tanto escreveu, chocou e acarinhou os Direitos Humanos, devia ser homenageado com palmas, música e nunca com lágrimas. A família, essa, entendo que verta lágrimas por ele. Mas o Povo Português devia rir e cantar neste dia.

Exemplo de agitador de mentes. Ateu. E no entanto, escreveu muito sobre Deus. Uma prova de que ele vivia em conflito com a religião. E os conflitos ideológicos são positivos, desde que não levem à violência e à opressão.

14.6.10

Tive tempo

Não tenho tempo.
Nem sofrimentos sobre que escrever. Parece tudo equilibrado.
Tenho saudades de passar a caneta pelo papel. Das palavras decorridas à velocidade e ao sabor dos pensamentos.
De dar musicalidade às letras. Pelo menos, a minha musicalidade.
E é essa que me interessa. Quando nos faz sentido, atinge-se um belo objectivo. Depois há as introduções e teorias da literatura para estudar as palavras ambíguas e misteriosas do poeta ou escritor que sofre.

A arte, para mim, é a expressão do sofrimento por excelência.

Da emoção difícil de digerir. Da problemática humana.


E eu sei que por vezes sou problemática.
Pânico sinto, em maioria, nas coisas mais pequenas.
As grandes só se podem construir com o tempo.

Porém, basta sentar-me num miradouro para melhor relativizar as coisas.
Dali, pouco importa mais que a arquitectura e a beleza da cidade.

E quando ando fula, passada, com os nervos em franja, nada como bater sola por ruas desconhecidas, descobrir recantos encantados, livrarias raras, cafés cheios do charme do bairro.


Sair da monotonia, ouvir novas vozes e dizeres.




12.6.10

direct dialing


Ainda não entendo a tua ausência, as tuas palavras musicais com múltiplas interpretações.
O diálogo é supremo. Um pedido de esclarecimento vale mais que amuos ou faltas de coragem.
Dirigir-se directamente, com toda a força e gana, para resolver as querelas, para mostrar amor e ódio. Para juntar amantes e afastar inimigos. Juntar inimigos e afastar amantes.
Palavras directas.
Sem rodeios.
Adoro-as.
E no entanto...

15.5.10

Big and Great Day

It's amazing, to share my life with you.

20.4.10

Balanço

Sol
3 semanas
Praia?
Depois da chuva.

Palavras

9.4.10

Apatia vs Sol


E quando as palavras te faltam

E tudo parece pouco sincero

Ou tudo está mal

E tens tudo para estar bem

Onde um jardim cheio de sol e mal bastaria

Para me encher de novo de alegria



A Primavera começou



Tenho de ir para a rua

Arrancar os casacos pesados da pele

Deixar o sol beijar-me as faces

Usar óculos de sol que me protejam

e me deixem aproveitar

a minha época preferida



Não me privem

Que já sou escrava do trabalho

Dos horários dos transportes

e dos horários das refeições



Lass uns die Sonne geniessen

Die Stadt besser kennen lernen,

Wie ich damals gemacht habe




5.4.10

Trocavas uma amiga pelo teu sossego?


Ando a dar voltas à cabeça e ao estômago com os recentes acontecimentos.
Todas as pedras da calçada sabem que gosto de sossego. Detesto confusões e por vezes a sinceridade que emano quebra algumas sensibilidades.
Também sou uma pessoa acessível, comunicativa e, a menos que o meu instinto diga para não o fazer, sou receptiva a novos contactos e amizades.
Mas quando me cheira a problemas, tenho tendência a afastar-me. Porque muitos deles não têm resolução possível, as pessoas são como são e não mudam.
O mundo ainda é grande o suficiente para evitar esses contactos com cauda de confusão, que onde quer que batam, partem tudo.
Não nego sentir empatia com certas pessoas assim, mas o esforço... Não sei se compensa, manter contactos amistosos com um espectro com uma sombra negra. Mesmo sem culpa directa disso.
E depois há aqueles que só merecem o meu desprezo, fazendo-me já clara aqui, para que não alimentem falsas esperanças de reconciliação.
Mas adiante, certos acontecimentos recentes vêm fomentar a minha posição: não presta, fica de fora. E todos estão incluídos nesta categoria: assim que começa a cheirar mal a valer, não há volta a dar.
Lembro-me de alguns nomes, femininos e masculinos, que apesar de saber que são insignificantes, têm pelos menos o prémio do meu desprezo.